O Edil de Lichinga, Luís Saíde António Jumo, lamentou na segunda-feira a atitude negativa de alguns munícipes em relação à vandalização de bens públicos na cidade.
O Presidente do Conselho Municipal manifestou a sua preocupação com os danos causados ao relógio gigante instalado na Praça da Liberdade, um dos cartões de visita da cidade que havia sido colocado para embelezar o espaço e servir a população.
"É doloroso ver um bem que foi adquirido com esforço de todos ser destruído por alguns. O relógio da Praça da Liberdade não é do presidente nem do governo, é do povo. Precisamos cuidar", afirmou o edil.
Luís Saíde apelou aos munícipes para que sejam vigilantes e denunciem atos de vandalismo contra bens públicos colocados nas vias públicas.
"Pedimos a todos para ajudar na conservação e preservação do patrimônio público. Quando vemos alguém a danificar uma lâmpada, um banco, um jardim ou o relógio, devemos agir e comunicar às autoridades", sublinhou.
O Conselho Municipal garante que vai reforçar a fiscalização nas zonas públicas e apela também às lideranças comunitárias, escolas e igrejas para levarem mensagens de civismo e respeito pelos bens comuns.
Nos últimos meses, a edilidade tem registado casos de destruição de semáforos, bancos públicos e sistemas de iluminação em vários bairros da cidade. (Ermelinda João)

0 Comments