Quantidade significativa de ouro e outros recursos está a ser explorada ilegalmente por indivíduos de nacionalidades tanzaniana e malauiana, nas terras da província de Niassa, no norte de Moçambique.
Por exemplo, no distrito de Sanga, os tanzanianos e malauianos entram a pé ou de carro, exploram ouro e depois levam para os seus países, deixando enormes buracos.
Tal facto, além de já ter sido denunciado pelos moradores, foi recentemente condenado pelo secretário de Estado de Niassa, Silva Livone, que num comício popular por ele orientado em Macaloge e Matchedje, em Sanga.
Silva Livone recomenda que estas práticas, que prejudicam a riqueza moçambicana, sejam denunciadas.
O chefe do Conselho dos Serviços Provinciais de Representação do Estado no Niassa sublinhou que os recursos pertencem às comunidades (Mozanorte)

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