Apesar dos esforços
das organizações nacionais e internacionais em parceria com o ministério da
Saúde, promovendo diversas campanhas de combate a Malária. O sector de saúde de
Metarica na província de Niassa, norte de Moçambique mostra-se preocupado pelo
aumento de casos da doença nestes meses de 2025.
Dados acolhidos
recentemente pelo programa de controle de malária do Serviço Distrital de
Saúde, Mulher e Acção Social dizem que só no mês de Janeiro as autoridades
sanitárias diagnosticaram dois mil seiscentos e vinte e um casos (2.621) sem
nenhum óbito, contra mil e novecentos e seis (1.906) casos de igual período do
ano findo, representando assim uma tendência de crescimento de casos na ordem
de 27,4%.
De acordo com os
mesmos dados, percebe-se que a falta de observância de saneamento do meio e o
uso incorrecto da rede mosquiteira, são apontados como principais factores
que propiciam o alastramento da doença naquela parcela do país.
O ponto focal
distrital do programa de controle de malária, Belque João Vasco, fez saber que,
estão em curso em vários pontos do distrito, palestras de sensibilização bem
como visitas domiciliárias, visando evitar o aumento de casos.
"Através dos
comités operativos de emergência tem feito visitas domiciliários, palestras nos
cultos religiosos mesquitas e igrejas, locais públicos no caso do mercado
e nas unidades sanitárias sensibilizando o cumprimento das medidas de prevenção
desta doença usando correctamente a rede mosquiteira, tapando os charcos,
manter a higiene sanitária."
A nossa fonte Não
deixou de exortar a todos na observância do saneamento do meio e a
prática de higiene individual e colectiva com vista a evitar o surgimento de
doenças de origem hídrica nas comunidades.
"A vida é uma vez
apenas, daí que é doloroso você ver um seu parentes a perder vida em quando
você iria conseguir salvar a vida dele através de recorrer de imediato para uma
unidade sanitária, obrigando dormir em baixo da rede mosquiteira, tapando
os charcos assim como também fazendo higiene domiciliário acredito eu que
juntos a necessidade de observância de saneamento do meio e higiene para travar
a propagação das doenças de origem hídrica no seio das comunidades,
principalmente nesta época chuvosa que é altura típica de reprodução do
causador da malária o mosquito", sublinhou a nossa fonte. (Ma
Mataca)

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