Vendedores de material de construção de Balama pedem espaço para exercer o seu negócio

Vendedores de material de construção na vila-sede de Balama pedem ao Governo local e ao Conselho Municipal para que lhes seja disponibilizado um espaço onde possam armazenar e comercializar os seus produtos, facilitando o acesso dos clientes.

Segundo Rajabo Mossa, os vendedores transportam o material de construção de locais distantes e precisam de um espaço adequado para armazenar bambu e paus, onde os clientes possam deslocar-se para efectuar as suas compras.

“Nós, vendedores locais de material de construção, somos muitos. O administrador, em coordenação com o presidente do município, deve arranjar-nos um lugar onde possamos colocar o nosso bambu, paus e carvão, para que quem quiser possa ir lá comprar connosco”, disse Rajabo Mossa.

Por sua vez, o presidente do Conselho Municipal de Balama, Mansur Cassamo, disse que a vila dispõe de um mercado grossista com capacidade para acolher muitos comerciantes e permitir-lhes desenvolver os seus negócios.

“É um mercado muito grande, mas falta uma condição, que é um furo de água. Também requer uma limpeza e, havendo essas condições, o mercado poderá começar a funcionar”, explicou Mansur Cassamo.

Já o líder comunitário e chefe do mercado central de Balama, “Mpamelamo”, disse que, para os pequenos comerciantes, será fácil proceder à sua transferência para o novo mercado, localizado na via do Niassa.

“Estamos à espera de uma orientação do administrador do distrito e do presidente do município para evacuarmos todos os comerciantes para o novo mercado”, disse Mpamelamo.

O líder comunitário avançou ainda que os comerciantes locais de material de construção podem antecipar a ocupação de espaços no novo mercado para venderem bambu, paus, carvão e até cordas. (Abel Buruhane)

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