O caso envolvendo a notificação da Farmácia de Malulu, no distrito de Sanga, em Niassa, continua sem resolução, depois de o proprietário e os responsáveis do estabelecimento terem comparecido para prestar esclarecimentos, mas, segundo o proprietário, o inspector de saúde não se fez presente.
O proprietário da Farmácia de Malulu diz ter ficado sem uma resposta conclusiva após se apresentar às autoridades na sequência da notificação atribuída à Inspecção Nacional das Actividades Económicas, INAE.
Segundo o proprietário, a equipa que deveria tratar do assunto contou apenas com a presença de um inspector ligado à área de agricultura, que terá informado não ter competência para resolver o caso, por não ser da sua responsabilidade.
O proprietário afirma que aguardava a presença do inspector da área de saúde para esclarecer as questões levantadas durante a fiscalização da farmácia, incluindo as exigências relacionadas com seguros, fotografias dos técnicos e funcionamento do ar condicionado.
“Infelizmente não aconteceu nada porque o inspector de saúde não apareceu”, afirmou o proprietário, acrescentando que o representante da agricultura explicou que não podia resolver o assunto.
O caso surge depois de uma notificação atribuída à INAE ter circulado nas redes sociais, suscitando dúvidas do proprietário sobre os procedimentos de fiscalização e sobre as competências das instituições envolvidas na fiscalização das farmácias.
Até ao momento, não foi apresentada nesta informação a versão oficial da INAE nem da ANARME sobre o desfecho da notificação.
A ausência de uma solução no encontro deixa o proprietário a aguardar novos esclarecimentos das entidades competentes sobre a situação da Farmácia de Malulu. (Mozanorte)
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