Funcionários e edilidade de Nacala Porto ainda não se "cozinham bem"

Após o Mozanorte acompanhar de perto o encerramento das oficinas do Município de Nacala, o que indicava a suposta segunda greve em menos de dois meses, os grevistas daquela autarquia reuniram-se com a edilidade na sala de sessões do Conselho Municipal de Nacala para negociar o pagamento salarial referente a três (3) meses — janeiro, fevereiro e março — bem como a implementação da Tabela Salarial Única (TSU).

As partes haviam acordado realizar uma nova negociação no prazo de 15 dias, a qual deveria determinar o desfecho do pagamento dos três meses em atraso.

Neste contexto, conforme combinado com a edilidade, os grevistas exigiram um documento de compromisso por parte da edilidade, liderada por Faruk Momade Nuro. Contudo, após a receção do referido documento, os grevistas recusaram-se a retomar o trabalho e mantiveram as portas das oficinas fechadas, com base num documento por eles elaborado e dirigido ao responsável pelas chaves do Município.

Importa lembrar que o Mozanorte, em contacto telefónico com um dos funcionários da autarquia, apurou que, caso o município não efetue o pagamento dos salários em atraso até ao dia 1 de abril do corrente ano, os trabalhadores prometem avançar com o encerramento de outros departamentos ainda em funcionamento. (Gabriel Cassimo)

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