Após concluírem o ensino médio em diferentes escolas, muitos jovens ficam sem ocupação e acabam por recorrer às novas tecnologias para falsificar a moeda moçambicana.
Esta informação foi avançada por ocasião do Dia da Criação do Metical, assinalado a 16 de Junho do corrente ano, pelo líder do Bairro de Cupe, na Vila de Chiúre, província de Cabo Delgado.
“Com estas novas tecnologias, muitos jovens, após concluírem o ensino médio, não conseguem emprego. Por isso, dedicam-se à aprendizagem da informática e acabam envolvidos na falsificação de notas”, disse João Mualinha Mida, líder do Bairro de Cupe, na Vila de Chiúre.
Segundo outros comentários recolhidos, a falsificação de notas moçambicanas é uma prática frequente, sobretudo entre jovens com idades compreendidas entre os 20 e os 30 anos.
Os intervenientes defendem que o Governo deve criar mais oportunidades de emprego no país, sem a necessidade de subornos, de modo a reduzir a falsificação de notas, a marginalidade e a criminalidade. (Abel Buruhane)

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