Dezasseis cidadãos de nacionalidade malauiana foram recentemente interceptados e repatriados da província do Niassa por entrada ilegal em território moçambicano. A informação foi avançada pelo Porta-voz da Migração naquela província, que indica que os indivíduos atravessaram a fronteira sem a devida documentação.
Segundo ele, os cidadãos tinham como principal motivação a busca de melhores condições de vida, com destaque para a prática da agricultura. Após a sua intercepção, os mesmos foram encaminhados ao posto de travessia de Mandimba, por onde regressaram ao seu país de origem.
A medida, de acordo com a Migração, enquadra-se no cumprimento das normas que regulam a entrada e permanência de estrangeiros em Moçambique.
Dados oficiais indicam que, na última semana, a província do Niassa registou um movimento migratório de 1.518 viajantes. Deste número, 511 são moçambicanos, 623 malauianos e 274 tanzanianos. Os postos de travessia de Mandimba, Entre-Lagos e II Congresso foram os que registaram maior fluxo de pessoas no período em referência.
Entretanto, dois cidadãos estrangeiros, de nacionalidades nigeriana e congolesa, encontram-se retidos nas instalações da Direção Provincial de Migração no Niassa por permanência irregular no país.
O porta-voz da instituição, Almeida Mentege, explicou que o processo de repatriamento destes cidadãos é mais complexo e está a ser devidamente tratado pelas autoridades competentes.(Mozanorte)

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