Por volta das 08h30 do dia 19 de janeiro de 2026, as autoridades marítimas da Ilha de Moçambique tomaram conhecimento, através do Secretário da CCP de Nahavara–Tocolo, no Posto Administrativo de Lumbo, do desaparecimento de um pescador na praia de Nahavara.
Tratava-se do cidadão Assane Alde, solteiro, de 25 anos de idade, natural de Tocolo, Posto Administrativo de Lumbo, no distrito da Ilha de Moçambique.
Segundo informações, por volta das 18 horas do dia 18/01/2026, a vítima saiu da sua residência na companhia de colegas, cujas identidades não foram apuradas por se encontrarem ausentes, em direção à praia onde exercia atividades de pesca artesanal com rede de arrasto.
Devido à falta de controlo das mudanças da maré, o grupo acabou sendo arrastado pela forte corrente marítima. Por volta das 21 horas do mesmo dia, os pescadores foram dados como desaparecidos. No dia 20 do mesmo mês, pelas 08 horas, as autoridades marítimas foram informadas da existência de um corpo sem vida.
O corpo foi encontrado na praia de Namalungo–Lumbo e, após o deslocamento das autoridades ao local, juntamente com familiares e líderes comunitários, confirmou-se que se tratava do mesmo cidadão desaparecido no dia anterior, na mesma zona.
Uma equipa multissetorial, composta por PCLF, ITRANSMAR, IP, INAMAR, SERNIC, PP, Saúde, CCP e líderes comunitários, deslocou-se ao local. Após a realização do exame cadavérico pelos agentes de saúde, o corpo foi entregue aos familiares para a realização das cerimónias fúnebres.
A falta de habilidades de natação foi apontada como um dos principais fatores que contribuíram para o desaparecimento da vítima. As autoridades marítimas afirmam que continuarão a realizar palestras de sensibilização, alertando pescadores e banhistas para evitarem o uso das praias em condições de mau tempo. (BP)

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